Arqueólogos alemães descobriram nas ruínas do palácio real de Qatna, no
centro da Síria, uma câmara mortuária intacta com restos humanos de 30
pessoas e oferendas.
Cientistas
da Universidade de Tubinga disseram nesta segunda-feira que, além de ter
sido encontrado um tesouro de valor incalculável, a câmara estava
fechada há mais de 3,5 mil anos.
Segundo os especialistas, os corpos poderiam pertencer à "família real
de Qatna ou a membros de sua corte" e qualificaram o achado de
espetacular pelo fato da câmara ter permanecido fechada e sem ter sido
roubada por três milênios e meio.
Qatna foi um importante reino no território da atual Síria durante a média e antiga Idade do Bronze.
A
nova câmara, que possui 4,9 m por 6,3 m, se encontra ao noroeste do
palácio de Qatna e é fechada por uma grande porta de pedra.
Junto
aos restos humanos, os arqueólogos descobriram numerosas vasilhas de
cerâmica, assim como outras peças de granito e alabastro, que parecem
proceder do Egito.
Entre os objetos
encontrados estão valiosas joias de ouro e uma peça com a figura de um
macaco segurando um recipiente de maquiagem.








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